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Oposição protocola “impeachmaço” contra 16 ministros no STF

  • 26 de fev.
  • 1 min de leitura

A quarta-feira (25) foi marcada por um movimento coordenado de parlamentares da oposição que decidiram levar ao Supremo Tribunal Federal uma série de pedidos de impeachment contra 16 integrantes do primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Foto: Denise Tibes/Ascom Carol De Toni

A articulação foi encabeçada pela deputada federal Carol De Toni (PL-SC) e ganhou nos bastidores o apelido de “impeachmaço”. Entre os nomes citados nas representações estão ministros de pastas estratégicas, como Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e José Múcio (Defesa).


De acordo com a deputada, a ofensiva tem como fundamento 54 requerimentos de informação apresentados entre 2024 e 2025 por mais de 20 deputados federais. Os documentos buscavam esclarecimentos sobre a destinação e execução de recursos públicos em diferentes ministérios. Segundo os autores, parte das solicitações não teria sido respondida no prazo legal ou recebeu respostas consideradas incompletas.


Antes de seguir para o protocolo no Supremo, Carol De Toni conversou com a imprensa no Salão Verde da Câmara e afirmou que a iniciativa está amparada no artigo 50 da Constituição Federal, que prevê crime de responsabilidade para ministros de Estado que deixem de prestar informações ao Legislativo dentro do prazo de 30 dias, respondam de forma insuficiente ou forneçam dados falsos.


Após a declaração, a parlamentar e outros integrantes da oposição se dirigiram à sede do STF para formalizar os pedidos. O desdobramento das representações agora dependerá da análise jurídica da Corte.

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