top of page
Buscar

Vereador de Joinville diz ser alvo de perseguição política em processo de cassação

  • 3 de mar.
  • 2 min de leitura

O vereador Cleiton Profeta enfrenta um pedido formal de cassação protocolado pelo Partido NOVO na Câmara de Vereadores de Joinville. A medida ocorre após uma sequência de embates políticos e acusações envolvendo parlamentares da base governista.



O pedido de cassação foi apresentado sob alegação de quebra de decoro parlamentar. No entanto, aliados de Profeta afirmam que o movimento tem motivação política e seria uma reação às denúncias feitas pelo vereador contra a administração municipal.


O episódio mais recente envolve o vereador Henrique Deckmann, que registrou um Boletim de Ocorrência após uma reunião interna na Câmara. Segundo Deckmann, teria havido exaltação e avanço físico por parte de Profeta.


Cleiton Profeta, por sua vez, sustenta versão oposta. Ele afirma ter sido empurrado durante a discussão e alega que, se houve agressão, teria sido contra ele. O vereador também destaca que havia comunicado previamente que precisaria se ausentar da reunião por compromisso já agendado.


Para apoiadores de Profeta, o processo de cassação representa tentativa de silenciar um mandato independente. Já adversários sustentam que o pedido visa preservar o decoro e a imagem institucional da Câmara.


A Câmara de Vereadores de Joinville realizou, durante a sessão de ontem, o sorteio que definiu a composição da Comissão Processante responsável por analisar o pedido de cassação do vereador Cleiton Profeta.


A comissão será presidida por Adilson Girardi (MDB), terá como relator Érico Vinicius (NOVO) e como membro Brandel Junior (PL). A partir da instalação oficial, o colegiado passa a ter o prazo de 90 dias para conduzir os trabalhos, incluindo a notificação do vereador para apresentação de defesa e elaboração do relatório final. Durante sua fala na tribuna, Profeta afirmou que o processo não trata de corrupção, desvio de dinheiro público ou qualquer irregularidade administrativa. Segundo ele, a tentativa de cassação seria consequência direta de suas denúncias e críticas à gestão do prefeito Adriano Silva. Se por fim for cassado, Profeta perderá seu mandato e ficará inelegível por 8 anos.

Comentários


bottom of page